Havia certa vez cinco violões trancados num pequeno quarto.
Eles estavam levando uma vida tranquila, até que certo dia um afinador entra no quarto, pega um deles e começa a afiná-lo.
Ele começa a esticar e afrouxar as cordas. Ele agia de uma certa maneira áspera com o violão que gritava de dor. Os outros violões ficaram muito assustados. Eles resmungavam contra o afinador e um deles conseguiu se esconder atrás da cadeira.
O afinador, sem se importar com os gritos dos violões, passava de um para o outro, esticando e afrouxando as cordas e afinando-as.
Ele não se deu conta de que um dos violões havia se escondido atrás da cadeira. E assim, não o vendo, saiu do quarto com quatro violões afinados e um desafinado.
Em seguida vieram alguns místicos e pegaram os violões para darem início a um concerto. Eles experimentaram os violões. Quatro deles estavam ótimos, harmoniosos.
Mas quando o último músico pegou o quinto violão, ouviu-se um ruído de um grasnido. Então ele deixou o violão de lado.
O violão ficou deprimido e começou a dizer que ele foi o único a ser abandonado, que nunca teve sorte na vida, que sempre foi rejeitado, e agora chorava por seu destino, resmungando contra todos, porque todos eram maus.
Eles estavam levando uma vida tranquila, até que certo dia um afinador entra no quarto, pega um deles e começa a afiná-lo.
Ele começa a esticar e afrouxar as cordas. Ele agia de uma certa maneira áspera com o violão que gritava de dor. Os outros violões ficaram muito assustados. Eles resmungavam contra o afinador e um deles conseguiu se esconder atrás da cadeira.
O afinador, sem se importar com os gritos dos violões, passava de um para o outro, esticando e afrouxando as cordas e afinando-as.
Ele não se deu conta de que um dos violões havia se escondido atrás da cadeira. E assim, não o vendo, saiu do quarto com quatro violões afinados e um desafinado.
Em seguida vieram alguns místicos e pegaram os violões para darem início a um concerto. Eles experimentaram os violões. Quatro deles estavam ótimos, harmoniosos.
Mas quando o último músico pegou o quinto violão, ouviu-se um ruído de um grasnido. Então ele deixou o violão de lado.
O violão ficou deprimido e começou a dizer que ele foi o único a ser abandonado, que nunca teve sorte na vida, que sempre foi rejeitado, e agora chorava por seu destino, resmungando contra todos, porque todos eram maus.
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