É
possível ser feliz? Em que consiste a felicidade?
-
A
felicidade seria:
·
Belos sorrisos
·
Seria não ter dor
·
O não ter
sofrimento
·
O não ter perda
·
O
não ter tristeza
-
A
felicidade encontra-se mais aquilo que o ser humano faz de si próprio.
-
A
riqueza não traz felicidade em si, mas, é um meio que nos proporciona outras
coisas.
A Experiência de Ser
·
“A Satisfação” – no modo como vivemos, nos leva uma
alegria, contentamento, prazer. Só a satisfação não é suficiente, porque ela
supõe a realização de desejos que são conflitantes. Em qualquer caso, os
desejos não são compatíveis e uma decisão satisfaz um desejo, mas frustra o
outro.
·
“Autonomia da decisão” – quando somos livres, agimos com
nossos projetos de vida, decidimos de modo coerente.
·
“Reflexão” – que nos permiti apreciar o que
desejamos da vida como um todo, conforme projetos que dão sentido às nossas
decisões.
-
A
reflexão sobre o que fazer da nossa vida para alcançar a felicidade nos coloca
diante de escolhas morais.
-
O
que é a felicidade se não tivermos com quem compartilhar nossa alegria? A
felicidade é também a celebração da amizade, do amor e do erotismo.
Tipos de Amor
· Eros – termo
grego que significa “erótico”. Aqui é o relacionamento amoroso. A paixão
amorosa está associada à exclusividade e à reciprocidade. Onde o ser humano
demostra os seus desejos, é tal força que impulsiona a busca do prazer e da
alegria de conquistar o amado. Deseja capturar o ser amado, porque o apaixonado
deseja o desejo do outro.
· Fhilía – termo
grego que significa “amizade”. Amor vivido na família ou entre os membros de
uma comunidade. Ele expressa: “a generosidade”, “o desprendimento”, e a
“reciprocidade”, isto é, “a estima mútua”. O ser humano só podem ser amigos
enquanto não terem “provado sal juntos”.
· Ágape – termo
grego que significa “amor fraterno”. Entre os cristãos antigos, designava as
refeições fraternais, em que se reuniam ricos e pobres, daí o sentido de
“caridade”, de “amar ao próximo como a si mesmo”.
- Para
Platão, a felicidade é de natureza racional e moral, e depende do controle do
corpo e das paixões.
- Para
Descartes, a felicidade depende do reto uso da razão.
- Para
Espinosa, o “desejo” é a própria essência humana desenvolve em nós a capacidade
de pensar e de agir, e nos ajuda a distinguir as emoções que atrofia o
potencial do nosso existir.
- A
felicidade não se separa do processo de constituição da identidade de cada um
de nós, do que queremos para nossa vida, da nossa experiência de ser.
Nenhum comentário:
Postar um comentário